NIKE | Por dentro do futebol jogado em espaços reduzidos: edição Rio de Janeiro


Por ser a nação mais vitoriosa do futebol mundial, o Brasil dispensa qualquer apresentação. O mesmo vale para a segunda maior cidade do país, o Rio de Janeiro, famoso pelo carnaval, pelas praias e, principalmente, pelo futebol.

O Rio é a casa de alguns dos maiores times do Brasil, e tem como cartão postal um dos estádios mais emblemáticos do mundo, que, recentemente, foi palco da final do maior evento de futebol do planeta. Assim como para os brasileiros em geral, para os milhões de torcedores apaixonados que residem na cidade maravilhosa o futebol é muito mais do que um simples esporte. Por isso, não são só os jogos dentro dos estádios que são valorizados pelos cariocas, mas também as “peladas” e partidas informais jogadas no dia a dia por milhões de jovens que encaram o futebol de forma mais leve e divertida, e que também enxergam o esporte como uma oportunidade de vida.


No Rio, a maioria das crianças aprende a andar e dá os seus primeiros passos já com uma bola nos pés. Futebol significa diversão, uma maneira de fazer amigos, interagir e crescer. Para muitos jovens, o futebol está no centro das suas relações sociais.

Quando criança, eu sempre tinha uma bola comigo. Não importava aonde, o futebol era sempre a primeira e a última coisa que me vinha à cabeça. Jogar na rua é muito divertido, mas foi também onde aprendi como usar a bola efetivamente. Quando há menos espaço para jogar, você é obrigado a ser mais criativo com a bola”, conta Ronaldinho Gaúcho.

‘PELADA’, FUTEBOL SÓ PELA DIVERSÃO

A grande maioria das quadras e campos de futebol do Rio, seja ao ar livre ou coberto, foi projetada para jogos com sete jogadores ou menos de cada lado. Além de o Brasil possuir um dos campeonatos profissionais mais consolidados e disputados do futebol mundial, o país, e inclusive o Rio, também chama a atenção pelas centenas de ligas amadoras, criadas especialmente para este tipo de jogo em espaços reduzidos, que fazem parte do dia a dia de jogadores de todas as idades, profissionais ou não.


O futebol no Rio é jogado a qualquer hora e sobre qualquer tipo de superfície: na praia, na quadra, na rua ou no gramado. A coleção NikeFootballX considera essas variáveis e, por isso, foi projetada para o futebol jogado em espaços reduzidos e todas as suas possíveis superfícies.

Independente da superfície, o futebol jogado no Rio é definido por habilidade, velocidade e naturalidade, com a técnica sempre se sobressaindo à condição física dos jogadores. O carioca é capaz de equilibrar com proeza concentração e foco com a alegria de jogar, esbanjando sempre ginga e, especialmente, um sorriso no rosto durante a maior parte dos jogos. Principalmente em partidas informais, passes precisos e lances de genialidade são vividos e celebrados com risadas, brincadeiras e descontração. No Rio, o futebol é levado muito a sério sem tanta seriedade.

Nós nos encontramos com jogadores do mundo todo que costumam jogar futebol em espaços reduzidos, inclusive na América Latina, e eles querem as mesmas vantagens de desempenho que a Nike Magista e a Nike Mercurial proporcionam, mas com solados específicos para este tipo de jogo”, diz Max Blau, Vice-Presidente da Nike Futebol para Calçados.


No futsal você tem que pensar rápido. É preciso tomar decisões o mais rápido possível. Acho que isso me ajudou muito na minha carreira. Quando o espaço é reduzido, os companheiros de time têm que jogar mais próximos uns dos outros. Aproximação e pensamento rápido são habilidades que aprendi no futsal e que hoje levo comigo para o campo”, diz o meia Gerson.

O futebol é fruto de conexões profundas e duradouras entre os jogadores do mesmo time, e até mesmo entre jogadores de times rivais do mesmo bairro. Independente da competição e rivalidade, eles se dão bem e se divertem uns com os outros, enfatizando o papel do futebol como elemento de integração social, como um esporte capaz de unir todas as gerações.

A FORÇA DA UNIÃO

Um lugar em que o futebol reúne as pessoas diariamente no Rio é a Praça Manet, em Del Castilho, um bairro onde esporte e música funcionam como o elo que une a comunidade. Houve uma época em que o bairro tinha muitas quadras de futebol, hoje, porém, o lugar conta com somente um complexo esportivo bem no centro da praça: são duas quadras, específicas para os jogos disputados em espaços reduzidos, que servem também como quadras de basquete e de vôlei. Reformulado pelo governo local em 2010, o complexo é constantemente utilizado pelos jovens do bairro.

Alegria, prazer, coragem. O futebol me dá tudo o que é bom. É uma paixão porque reúne todo mundo, todas as raças, cores, não há diferença, só amizade”, afirma Vinicius Silva da Costa Moraes, meia do time da Praça Manet.


Nas quadras cercadas da Praça Manet tem mais gente assistindo aos jogos do que jogando – é o lugar para ir e passar o tempo, enquanto futebol, xadrez e música ao vivo acontecem simultaneamente. O futebol jogado em espaços reduzidos está no coração desta comunidade, mas é também uma plataforma que ajuda os garotos a entender a importância do treino e de valores como disciplina e comprometimento.

Alguns garotos jogam porque pensam que um dia poderão ficar ricos ou famosos, e alguns podem ficar, mas mesmo que não fiquem o futebol dá a eles importantes ferramentas pessoais e sociais que vão ajudá-los a serem bons alunos, trabalhar duro e se tornarem cidadãos responsáveis em nossa comunidade”, comenta Adilson de Almeida, líder comunitário da Praça Manet.


O FUTEBOL COMO BASE SOCIAL

Um sentimento similar ecoa no outro lado da cidade, no Morro dos Prazeres. Lá o educador da comunidade, Orlando Dato, organiza jogos de futebol e muitas outras atividades no bairro desde meados dos anos 80. Ele mantém uma tradição que seu pai começou nos anos 70 como meio de dar aos jovens um futuro melhor.

Eu sempre trabalhei com futebol e descobri que todo mundo quer jogar, então fiz dele a minha carta na manga. É por isso que uso o futebol como ‘passaporte’ para os jovens chegarem no ‘avião social’ e aprenderem a ter dignidade”, explica Orlando Dato, educador comunitário no Morro dos Prazeres.


Nós só ouvimos nossos amigos, especialmente quando somos jovens. É uma coisa humana. Se o nosso pai for nosso amigo, nós iremos ouvi-lo. Por meio do futebol, eu fico amigo dos garotos deste bairro. E porque sou amigo, posso influenciá-los com minhas ideias”, diz Dato.


NÃO HÁ TALENTO SEM TREINO

As pessoas de fora sempre confundem a sensação de alegria e tranquilidade com uma espécie de habilidade natural do futebol brasileiro. A realidade é que o futebol do jogador brasileiro é fruto do contato quase constante que ele tem com a bola.

"Ser técnico no Rio é um pouco diferente. Eu raramente tenho que ensinar muita técnica para os garotos, eles a desenvolvem muito por conta própria, já que jogam futebol desde muito pequenos. Mas para ser um jogador completo você precisa se desenvolver fisicamente, mentalmente e taticamente – esse é o nosso desafio, capacitar os garotos com tudo isso", explica Eduardo Oliveira, técnico da Seleção Aterro.


Hoje os garotos estão se esforçando muito desde muito cedo para se tornarem jogadores melhores. Pela internet, eles podem ver como seus ídolos treinam e ouvir conselhos dos grandes jogadores. Essa “proximidade” faz com que eles possam absorver esse conhecimento e, desta forma, aplicar tudo isso em seu estilo de vida.

Há muito talento no Rio e em todo o Brasil, porque nós amamos futebol e crescemos com ele. Mas sem bons mentores e um círculo de pessoas dedicadas à sua volta, pode ser difícil capitalizar esse talento. Os técnicos precisam se esforçar para manter os treinos leves e divertidos, e conseguir manter os jogadores envolvidos e entusiasmados. Tem a ver, de certo modo, com uma atitude incansável, sem achar que você já sabe de tudo e tem A vida resolvida, o que é uma boa regra para o futebol e uma ótima regra para a vida”, finaliza Eduardo Oliveira.


Com a grande competição existente hoje no futebol mundial, a atual safra de jovens jogadores brasileiros parece ainda mais focada que as gerações anteriores em deixar sua marca na história do futebol mundial.

Aqui tem uma coisa chamada mutirão, amizade, é como fazemos as coisas. No Rio, a sensação de união e comunidade é o que nos faz caminhar para frente”, declara o ator Thiago Martins.


Da Cidade do México ao Rio de Janeiro, passando por Buenos Aires e Santiago – a poucas semanas da Copa América 2015, essa série especial de reportagens do Nike News aborda como o futebol jogado em espaços reduzidos continua a influenciar o desenvolvimento do esporte na América Latina.

Mizuno lançará novas cores para a chuteira Wave Ignitus 3

Mizuno lançou um novo esquema de cores para o modelo Mizuno Wave Ignitus 3Ela chega ao mercado nas cores branco/verde/preto.



Mizuno Wave Ignitus 3 traz o cabedal feito em PrimeSkin (microfibra desenvolvida pela fabricante), e novidades tanto no Mukaiten Panel como no Bio Control Panel, que estão modificados. O solado também traz uma nova configuração de travas.

Mizuno é umas das empresas mais sólidas no que diz respeito à qualidade superior de suas chuteiras. O modelo Mizuno Wave Ignitus 3, a nova encarnação de power boots da fabricante - que tem como maior garoto propaganda o japonês Keisuke Honda - é prova dessa afirmação.

Honda já estreou o modelo no último domingo, quando o Milan-ITA venceu a Atalanta-ITA por 3X1.

Conheça o "Silver Storm" Pack. O novo pacote de chuteiras da Nike

Nike lançou sábado, seu novo pack de chuteiras. Chamado de "Silver Storm", os modelos de 3 das 4 linhas de chuteiras (exceção feita à Nike HyperVenom Phantom 2) para campo trazem, como cor principal, o cinza.





A linha Mercurial, encabeçada pelo modelo Nike Mercurial SuperFly 4 tem um cabedal proporciona um suporte revolucionário e sensação de estar descalço, além de contar com uma lâmina de fibra de carbono para velocidade explosiva. Trançado com textura combina três tecnologias – FlyknitNikeSkin, e ACC (controle em todas as condições) – para levar seu pé para perto da bola e proporcionar uma sensação de pés descalços. A tecnologia FlyKnit sem língua é feito a partir de uma peça única sem costuras e integra áreas de ventilação, elasticidade e suporte.O colar com tecnologia Dynamic Fit se encaixa perfeitamente sobre o tornozelo, proporcionando a sensação de uma meia.


A palmilha leve e perfurada que se molda ao formato do seu pé para conforto e amortecimento com perfil baixo. A lâmina de fibra de carbono altamente responsiva proporciona velocidade explosiva em todas as direções. O padrão de tração apresenta lâminas que entram e saem da superfície rapidamente para aceleração instantânea.

Nike Magista tem como vedete o modelo Obra. Ela foi elaborada com tecido em 3D, cabedal em Flyknit, tecnologia NikeSkin e projetada em cano alto Dynamic Fit que proporciona a sensação de segunda pele. O cabedal tem uma peça única em Flyknit com costura lisa para ventilação, flexibilidade e suporte nas áreas que mais necessitam. O tecido em 3D que cria atrito com a bola para um controle melhor de bola.
O cano alto Dynamic Fit encobre o tornozelo proporcionando melhor ajuste e conforto.A tecnologia All Conditions Control (ACC) otimiza o controle de bola em qualquer condição.


O solado em Pebax tem travas cônicas para 360° de rotação de tração.

Nike Tiempo Legend 5 foi projetada para você ter um toque perfeito e com um cabedal à prova d’água, oferecendo conforto máximo em todas as condições climáticas. A tecnologia Hypershield bloqueia a umidade proporcionando um melhor encaixe. O couro de canguru que se adapta ao seu pé, proporcionando conforto e suporte. A combinação de couro de canguru com KangaLite oferece leveza e resistência à água, maximizando o toque de bola em qualquer condição climática.


A combinação de travas cônicas maximiza a tração e proporciona maior flexibilidade e conforto.